Bem-vindos, nobres espíritos!

Sintam-se em casa em minha humilde morada. Aqui vocês encontrarão alguns de meus loucos textos que ora lhes convido a ler e, se assim desejarem, comentar...

janeiro 24, 2008

Nada e Ninguém

Um pequeno conto, que é mais um reflexo de minha natureza interna. Este conto é, de certa forma, a continuação espiritual de outro dos meus que já postei aqui anteriormente. Mas não há necessidade de sua leitura para compreensão do texto.

Também aviso que no texto original utilizei um recurso para dinamizar a leitura deste texto que é um diálogo. Para retirar a necessidade de identificação dos personagens, utilizei uma cor para a fala de cada um deles. No entanto, como sou uma anta e não sei mudar a cor do texto por aqui, coloquei um deles em negrito, e o outro, em letras normais para simular o efeito.



[Na encruzilhada das Sendas do Destino]


- Olá, amigo. Quem é você?
- Eu sou Nada.
- Nada? Porque tens um nome tão desprovido de sentido?
- Porque sou a exata ausência de alguma coisa.
- Não parece um tanto paradoxal que você seja Nada, e ao mesmo tempo esteja discutindo comigo?
- Talvez não... E tu? Qual é teu nome?
- Eu sou Ninguém.
- Eis, então, a solução do mistério, e o início do problema: Nada nem Ninguém conversam.
- Entendo... Quem, afinal, determinou teu nome?
- Certamente a Vida, ou o Destino.
- Não, isso não pode ser... A Vida é uma mãe passiva, e o Destino um pai ausente, ao menos no presente... O que tu és? De qual raça provém?
- Já disse a Ninguém! Eu não sou nada!
- Mas ao mesmo tempo é alguma coisa... não?
- Porque diz isso?
- Se assim não fosse, diria “Eu sou nada!”
- Em eras passadas, já fui humano... Mas, como já disse, hoje sou Nada, assim como tu és Ninguém.
- Se já foste humano, como perdeste tal condição? Não seria esta inerente ao teu ser?
- A história é longa, e pouco importante... Deseja mesmo ouvir?
- Temos Tempo... Ou melhor, não temos, pois aqui, na encruzilhada do Fim das Eras, sequer Ele reside.
- Pois bem... contarei brevemente minha história.



Eu era um humano como qualquer outro... Ou ao menos, era o que eu achava. Meu convívio com esta sórdida raça me fez perceber o quão pouco tínhamos em comum. Parti, então, rumo ao desconhecido, e tomei um local isolado como lar. Lá, acreditei encontrar um irmão espiritual, um lobo a quem já chamei de amigo, mas, com o tempo, percebi que éramos por demais diferentes, e por isso nos separamos. Tentei me tornar um com a natureza, mas também percebi que da própria flora era eu diferente. Percebi, então, que não era nem um, nem outro, e se não era coisa alguma, apenas poderia ser nada. E Nada me tornei, engolido para sempre pelo vácuo de minha própria essência.

- Escutei com atenção, amigo. Nosso trajeto é diverso, mas nossas histórias, semelhantes.


Já fui outrora um lobo, e corria livremente pelas planícies em busca de alimento com meus pares. No entanto, era por meus irmãos rechaçado, e de maneira alguma era por eles considerado seu igual. Verti lágrimas incontáveis, e o sofrimento me acompanhou em minha jornada. Até que, um dia, resolvi me libertar dos grilhões que me aprisionavam, e parti em busca de alento na vida solitária. Por muito tempo perambulei isolado, e no início tal condição me agradava. Mas passaram-se os anos, e a muito custo percebi que a vida só é dolorosa. Não há sentido em sua própria existência, se não aquiescem dela teus pares. Assim, vitórias são vazias, pois com ninguém são compartilhadas, e lembranças inexistem, eis que ninguém irá delas se lembrar. E ao final, tua existência é irrelevante, pois ninguém há de notá-la ou rememorá-la. No entanto, encontrei em minhas andanças um espírito-irmão. Tratava-se de um humano, por quem nutri grande afeto. Mas, ao final, nos separamos, porque éramos por demais diferentes, ainda que sobremaneira iguais. E desde então me tornei Ninguém, esquecido por todos – até mesmo por mim.

- Diz, então, Ninguém, porque, de todos os lugares, vieste parar aqui?


- Tu bem sabes porque, Nada, mas ainda assim responderei. Se ninguém de ti se lembra, e com ninguém deseja manter contato, apenas resta o isolamento. E tal desejo, se for suficientemente forte em teu espírito, há de se realizar mesmo após a morte. E em qual outro lugar poderia eu repousar, senão no Fim das Eras, onde é certo que nenhuma alma viria se aventurar?

- É certo que aqui estou por igual motivo, pois se nada desejo, apenas o nada posso encontrar. No entanto, cá estamos, eu e tu - e de repente, eu perdi meu nada; e tu, perdeste teu ninguém.

- Sim, estranha coincidência nos acomete. Imagino o motivo deste encontro.


- São sábios os regentes do Universo, e eles, dizem muitos, são reis justos e piedosos. É certo que ambos desejamos o isolamento, mas quem sabe o grito silencioso que escoou de nossa alma?

- Ainda assim, não há nada que desejasse em meu íntimo no momento de minha partida.

- E mesmo em vida, não possuía algum desejo?


- Clamei em vida por companhia, mas vi que foi em vão. Por isso, desisti, e procurei viver uma vida solitária. E de fato o fiz... Não, espera. Me lembro agora. Realmente, após me despedir de meu irmão humano, uma ponta de arrependimento me acompanhou dali em diante.

- E o mesmo digo de meu amigo lobo, de quem com pesar me separei. Creio que o arrependimento me acompanhou até meus últimos dias naquela terra...


- Seria este o motivo de nossa reunião? Seria tu o irmão que perdi em vida, e que agora reencontro após a morte?


- Bendito seja, irmão! Enfim compreendo a inefabilidade dos desígnios divinos... Ainda que longa e penosa seja a jornada, recompensador é o seu desfecho! Eu finalmente encontrei o que desejava, Nada, e tu, encontraste Ninguém!



Dessa forma, pude finalmente compreender meu lugar no Universo...

Eu sou Nada, amigo de Ninguém. E esta existência me basta.

Autor: Jarbas Lima Alves da Silva

(Destino, o guardião daquilo que Foi, É e Será. No entanto, nem mesmo em seu livro estão escritas todas as histórias...)

47 comentários:

adilson jorge disse...

Lembro de já ter deixado um comentário falando que as conversas com o lobo me parecem o pequeno príncipe com a raposa.

Gosto muito do seu texto, tem um estilo que me agrada.

Essa de "não sou nada" me lembrou um poema do Fernando Pessoa, mais especificamente do Álvaro de Campos que chama TABACARIA, conhece? Começa assim: "Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. Á parte isso,tenho em mim todos os sonhos do mundo. Janelas do meu quarto, Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguem sabe quem é (E se soubessem quem é, o que saberiam?) ..."

Abraços e parabéns pelo blog,
www.blogonews.blogspot.com

Bernardo Lima disse...

putz, que viagem...
comecei meio bolado, pois tava meio grande e to com sono, mas vlw a pena cada instante que fiquei aqui para ler...

a encruzilhada das sendas foi foda...rsrs

abração, cara e parabéns!

Arthurius Maximus disse...

Um texto cheio de filosofia e uma clara reflexão da busca que assalta a humanidade desde que o mundo é mundo. A busca incessante pelo sentido e objetivo de nossas vidas. Bem escrito e dotado de uma aura de magia toda própria.

~_**May**_~ disse...

Poxaa...

ameii...

faz meu estiloo!!

beijOO

e dá uma passada no meu tbm!!

vai aki pelo meu perfill..

Rayanne disse...

Olá , estive lendo seu blog e os textos que você escreve são muito bons,envolventes e cheios de digamos...uma certa magia !
E digo-lhe que não precisa considerar-se um escritor frustrado,pois escritor escreve o que sente,independente se escreveu um best-seller ou algo que 4 pessoas leram, o importante realmente é como ele sente quando lê, e o efeito que causa nessas 4 pessoas.Esteja certo que o efeito que seus textos me causaram foram os melhores,e certamente causa um impacto muito forte em todos que tem o privilégio de lê-los. parabéns.

beijoos, rayanne

BLOGDOED disse...

4 palavras para teu texto:

CARAIO MANO, QUE LOUCO!

abraçs

~_**May**_~ disse...

Bom... eu de novo aki...

é... tomara ki a pessoa goste...

=]

ms axoo difícill...

vamoo verr neh...

beijOO

erika janine disse...

Ñ deu tempo de ler + li os outros posts e vi q vc é um excelente blogueiro.

Everaldo Ygor disse...

Olá...
Você ja leu o O Lobo da Estepe, de Herman Hesse...
É isso meu amigo, lapiz e papel na mão ou teclado e monitor... Escrever é assim, grandes e belas porções de nada, que parecem até tratados filosoficos...
Um bom e instigante texto!
Abraços
Everaldo Ygor
http://outrasandancas.blogspot.com/

Jéssica Torres disse...

O Adilson Jorge colocou bem o que eu ia te falar! Sempre que leio teus contos me parecem muito com o estilo de Saint-Exupéry em Le Petit Prince, o que pra mim é uma grata surpresa! Já que tenho o livro como um dos meus prediletos!
Quanto ao teu conto resta-me apenas enche-lo de elogios! Digno de aplausos por se assim falar!

Estou linkando o teu blog, nao o perderei de vista!

Rubens Rocha disse...

mto bom o blog... estarei sempre aki... visite o meu...
www.paz-e-humor.blogspot.com
tem enquete lá... participe..
abraço...

Dudalak disse...

Nossa
Muito maneiro esse conto, eu também amo escrever, mas eu escrevo estórias mesmo, como um livro, eu publico lá no
www.autores.com.br
se quiser dar uma olhada, busque lá em romances, fora da lei, se quiser é claro
Achei muito maneiro o layout também, amei tudo
Muito maneiro seu blog
BeijOos

luandersonplayplay disse...

enterresante..

Elton.Breakout disse...

bom..post..meio..grande...né?srsr
mais..blz..sr

Feänor disse...

É um blog de contos... Não dá pra não ficar grande...

rato contra a vassoura disse...

mas se você ver bem, quem é nada, é tudo... e quem não é ninguém, é inevitavelmente ele mesmo...

agora o texto, é magistral... parabéns


se der, passa lá:
http://artepoiesis.blogspot.com/

Rui Felipe disse...

Muito bom!
Difícil de analisar.
Acho boa parte das pessoas pensa não fazer parte deste mundo, não se sente enquadrada, e se esquece que fazemos parte de um todo, podendo assim, cair no isolamento.
Talvez, o fato de o homem e o lobo voltarem a se encontrar, é uma indicação de que não adianta tentar se destacar do resto do mundo, somos parte dele e temos algo a fazer, por mais que uma pessoa tente corre o seu destino, a vida faz com que volte ao ponto de onde não devia ter saído.

Viajei bastante, ou não!!! rs

A frase final???
"Eu sou Nada, amigo de NInguém. E esta existência me basta."

Nós não somos nada perto de Deus, que é ninguém e é tudo ao mesmo tempo; Deus é nosso melhor e talvez único amigo. Bem religioso rs
Bom, acabou o combustível.
Sem mais viagens!!! rs

Fui bem????

young vapire luke lestat news disse...

Conto perfeito.
Adorei isto
"Bendito seja, irmão! Enfim compreendo a inefabilidade dos desígnios divinos... Ainda que longa e penosa seja a jornada, recompensador é o seu desfecho! Eu finalmente encontrei o que desejava, Nada, e tu, encontraste Ninguém.
Dessa forma, pude finalmente compreender meu lugar no Universo..."

Um resumo perfeito da nossa existência inútil.....

[]s L.Sakssida

gii disse...

Hum, e voce segue a carreira??

pq precisa seguir hem, pqp

faalou

Ulisses Coelho disse...

Bom hein!!!!

Já dizia o Heidegger.... O nada nadifica!!!!

Excelente blog

abraço

Pâmela disse...

puults, parabéns...
é interessante a sua visão sobre o fim do espírito e o encontro de duas almas solitárias que no fundo queriam companhia.
achei interessante e inteligente seu texto.
continue assim!

Victor Oliveira disse...

Cara, confesso que quando vi o texto bateu uma preguiça de ler, mas fui me interessando ao longo da leitura e percebi que era a continuação de um texto antigo q eu ja tinha lido aqui no seu blog.
Achei demais, muito bom, espero q você tenha sucesso, pois merece.
um abraço

Lalo Oliveira disse...

O nada parece-me muito subjetivo, talvez seja aquilo que nossos sentidos não captam. Mas boa sacada.

Blanche disse...

Olá Jarbas!
Acho que passamos por algo em comum quando visitamos o blog um do outro: tivemos uma impressão errada!
"Apenas mais um escritor frustrado diante da inépcia de suas obras... " não condiz com o que você escreve, muito pelo contrário.

E quanto a E o vento levou.., apesar de ser suspeita pra falar, acho que já está mais do que na hora. :)

Dragus disse...

Uma grande viagem.

No início me confundi com o diálogo, mas porque comecei a ler sem prender a atenção, mas do nada o texto me tragou.

Muito bonito o reencontro, ainda mais considerando o ar pessoal que há nele. =D

Mariana disse...

emocionante.


está de parabéns! é um ótimo texto e de uma forma diferente, nos faz refletir.

Johnny M. disse...

Gostei do método utilizado pra contar a "trama". Lembra os Diálogos de Platão.

Ah, e sobre a foto do Bin Landen, eu a encontrei na internet, apenas o coloquei na praia, atrás da gatinha. Niiiiiiiiiiiiice...rs..

Parabéns pelo blog, Lobo da Estepe.

Ronaldinho disse...

me lembrou uma musica do Lobão...

Jéssica Torres disse...

O mais engraçado e contraditorio de tudo é que fiz um projeto de pesquisa na faculdade que cujo titulo era: "A Fisiologia e Neurofisiologia da Paixão"! Com isso, é de acordo geral no ambiente cientifico que não há como surgi amor sem paixão, já que o amor seria o melhor resultado de uma paixão! No caso a paixão tem um prazo minimo para se tornar amor, que são de 3 meses, tempo o suficiente para que os hormonios que controlam a paixão possam cair com seus niveis e permitir que sobre o amor na sua forma pura, que no caso é enquadrado como companherismo e certeza de se querer estar com esse alguém

Jéssica Torres disse...

Infelizmente eu ainda não o conclui! Mas como meu prazo de entrega para a bancada para que ele passe de Projeto de Pesquisa pra uma Pesquisa Cientifica acaba agora em março ficarei feliz em poder de mandar ele todo concluido!
Mas tudo que eu fiz foi tendo como base outras pesquisas cientificas nesse ambito, algumas que concordo, e outras nem tanto! Mas o que é de opinião geral na comunidade é que a paixão e o amor são processos hormonais, mas que o psicologico e sentimental da pessoa, logico, tem grande peso!

Norma Desmond disse...

hadahaduhudahuasod! assista, assista! tem essas tiradas engraçadas e mistura com um pouco de drama, é bem interessante! Dê uma chance a ele! depois eu vou trazer outros filmes dos hermanos, tem muito filme bom! Mas que tipo de filme tu gosta?

Otávio B. disse...

Um belíssimo conto esse seu, caro Jarbas. Através de figurações e de abstrações, mostra seu ponto de vista sobre alguns pontos-chave da vida humana. Gostei muito, principalmente da parte do reencontro entre o nada e o ninguém.

Abraços

http://espadadotemplario.blogspot.com/

young vapire luke lestat news disse...

Sou um individuo totalmente voltado para lógica.
E esta mesma lógica me diz, que somos partículas minúsculas de um corpo maior.
Somos insignificantes para a totalidade
Eu vejo o indivíduo como ninguém e sua vida pessoal como nada...
Vou te explicar este meu raciocínio:
Eu sou minha empresa, minha banda e os empregos que gero para a sociedade.
O indivíduo Lukkas é ninguém, ele não conta é apenas mais uma peça da engrenagem do coletivo.
Dentro da totalidade ele não fará falta por morte ou incapacidade de produzir na sua função na engrenagem do coletivo.
E será uma peça facilmente substituída.
Daí a fragilidade da vida.
Quando um indivíduo morre ,pode causar um sentimento de perda paras a peças que simbioticamente trabalhavam junto a ele...
Mas para o coletivo não faz a menor diferença....
Isto se aplica a todos Reis , Reis ,Pop-Star, Grandes pensadores,Jesus Cristo, Eu e Você ou o cara que abre a porta para você entrar no seu prédio...
Somos muitos do nada, diante do coletivo.

Depois de anos de luta você morre por doenças ,um acidente besta , ou uma bala perdida ou estupidez mesmo .
Só que não precisei morrer para descobrir a inutilidade da nossa existência no nível singular (pessoal)
Só contamos realmente no coletivo...


[]sL.Sakssida

Arne Balbinotti disse...

Muito o bom o texto, gostei do diálogo, não ficou cansativo, foi indo sem perceber o tempo passar, bom mesmo.
Parabéns pelo blog, que pelo visto é muito bem visitado, inclusive encontrei amigos blogueiros passeando por aqui.
Abraços.

Bernardo Lima disse...

Opa, blz, cara?
vim retribuir a visita que fizeres lá no Reflexões.
Então..sobre teu post:

realmente, ficou meio misterioso msm...haha
mas postei a segunda parte hj, seria legal se tu passasse lá pra vê-la...

Quando tiver de bob passa lá no Reflexões!

Grande abraço!

Blanche disse...

Bem, o post já está lá, agora cabe a você decidir se vale a pena ou não. Espero que eu tenha realizado minha 'responsabilidade' adequadamente, rsrs.

E não seja tão modesto quanto a suas 'habilidades literárias'!

:)

Taynara disse...

Vim retribuir a visita e me deparei com este texto incrível... uau! Li numa tacada só, absorvendo (ou tentando absorver) tudo...
É algo interessante de se pensar: se com nada ou ninguém nos parecemos, então somos nós o nada e o ninguém?
Profundo...
Bjs,

Rui Felipe disse...

Não tenho religião.
Posso usar aquelas frases feitas:
-MInha religão é o Amor!
-Tenho um lado espiritual independente de religiões
-...

Tenho é em Deus, na natureza,...
GOsto de esoterismo, de pesquisar as diversar formas de cultos, religiões,... gosto de esoterismo!!!
Peco pelo fato de ficar muito no superficial, nunca estudei algo a fundo!
Meu novo post foi pensando no que vc disse, só li no dia que vc postou e escrevi hoje, se eu tivesse lido hoje seria diferente, faltou alguma coisa, mas tudo bem!!!

Nanda Kiedis Declama disse...

Seu texto prendeu minha atenção, muito bom!
Quero dar uma olhada em seus outros postes!
Bjs

Nana Lopes disse...

Ei mocinho!! Viu os selinhos que deixei pra voce la no meu blog??
esta na postagem de Sampa. logo abaixo dos videos.
São todos seus!!
Divirta-se

Iaiá disse...

"A Vida é uma mãe passiva, e o Destino um pai ausente"

Gostei dessa parte.

Beijos e sucesso!

Jéssica Torres disse...

hahahahaha
era a intenção mesmo que rendesse algumas boas risadas! Mas se você tá rindo disso é porque ainda não viu a minha banda, o nome dela é "No Box", advinha o que é o microfone?! Isso mesmo, o frasco de shampoo! O repertório é o mais diverso possivel!
A hora do banho é tão divertida pra mim! Deve ser por isso que tomo uns 6 por dia... e minha consciencia ambiental foi por água a baixo!

Fábio Ventura disse...

Fantástico esse texto. Gostei muito. Abração

Blanche disse...

Desculpas aceitas, rs!
Nossa, consegui convencer?
Recebi um outro comment dizendo o contrário, mas esse teu me deixou feliz :). Depois me diz o que achou do filme, o que, espero, seja uma boa reação.
Vou apenas discordar da classificação do carnaval como "nefasta época festiva", rs. Mas enfim, questão de opinião.

A gente vai continuar com os posts, não se preocupe, e esperamos as suas recomendações também.

Beijo!

Norma Desmond disse...

eu goosto muito de videogame X:! não cheguei a jogar final fantasy, mas meu primo tinha o ps1 e tinha o jogo, ai eu já vi ele jogar, mas nunca 'coloquei a mão na massa' mas me interesso muito por jogos e gostos desses filmes bem feitos!
a crítica nem sempre entende o sentido dos filmes, mas ela existe pra criar um 'porém', nem sempre elas são construtivas! enfim, vou dar uma checada nesse filme e vou esperar mais recomendações! obrigada!

Kuяoмι Mαrкgrαf disse...

Tipo assim! És de outro mundo?
Uma reencarnação milagrosa!

Cara! Sou tua fã!
Quero ser que nem você quando eu crecer!
*-*'

Meu Sensei!!


Hohoho, cara tu é O Cara!

Renata disse...

Nossa!
Eu ia falar sobre o Fernando Pessoa, mas alguém já falou ;P


Muito boa a história em si ;)
Tenho certeza que você foi uma boa influência para meus textos de redação ;D

Se você fizer um livro me fale, pois irei correndo comprar!